Se você começou a ler os rótulos dos suplementos para fazer escolhas mais inteligentes, provavelmente já se deparou com duas siglas misteriosas. A dúvida sobre escolher o ômega 3 TG ou EE é uma das mais comuns (e mais importantes) para quem busca alta performance e saúde.
Estas duas letrinhas no verso do frasco indicam a forma química em que o óleo de peixe se encontra dentro da cápsula. E acredite, essa diferença impacta diretamente a velocidade e a quantidade de nutrientes que o seu corpo consegue absorver.
Neste artigo, vamos desmistificar esses termos técnicos e explicar exatamente qual formato entrega o melhor custo-benefício para a sua rotina.
O que é a forma EE (Etil Éster)?
A grande maioria dos suplementos de prateleira mais baratos utiliza a forma EE, que significa Etil Éster.
Para purificar o óleo de peixe e remover toxinas e metais pesados, a indústria precisa separar os ácidos graxos da sua molécula original (o glicerol) e adicionar uma molécula de etanol (álcool). O resultado desse processo é o ômega 3 na forma EE.
Não há nada de errado ou tóxico com essa forma. O único problema é que ela é uma estrutura sintética. O corpo humano precisa fazer um esforço metabólico extra no fígado para reconverter o Etil Éster em Triglicerídeo antes de conseguir absorver os nutrientes. Isso torna o processo mais lento e menos eficiente.
O que é a forma TG (Triglicerídeos)?
A sigla TG significa Triglicerídeos. Esta é a forma natural em que as gorduras se encontram na natureza (nos peixes, por exemplo).
Para produzir um suplemento na forma TG, os laboratórios de ponta pegam o óleo purificado (que estava na forma EE) e realizam um processo avançado chamado reesterificação. Eles removem a molécula de álcool e devolvem a molécula de glicerol original.
O resultado é um óleo puro, altamente concentrado e em uma estrutura idêntica à que o nosso corpo evoluiu para digerir.
Batalha de Absorção: Ômega 3 TG ou EE?
Quando colocamos lado a lado o ômega 3 TG ou EE, a ciência aponta um vencedor claro no quesito biodisponibilidade (a capacidade de o corpo utilizar a substância).
Estudos comparativos publicados em bases científicas rigorosas como o PubMed demonstram que a forma TG chega a ser absorvida de 30% a 70% melhor e mais rápido pelo organismo humano do que a forma EE.
Como a forma TG já está no formato natural de gordura, as enzimas digestivas do seu corpo reconhecem o nutriente instantaneamente, direcionando o EPA e o DHA diretamente para a corrente sanguínea, células cerebrais e tecidos do coração.
Além da absorção superior, a forma TG apresenta outra grande vantagem. Ela é muito mais resistente à oxidação, o que significa que o óleo demora mais para ficar rançoso e não causa aquele retrogosto desagradável de peixe após o consumo.
Como saber qual estou comprando?
A regra no mercado de suplementos é simples. Como o processo para produzir a forma TG (reesterificação) é mais caro e exige alta tecnologia, as marcas que o utilizam fazem questão de estampar o selo “TG” bem grande no rótulo frontal.
Se você olhar a embalagem de um produto e não encontrar a sigla TG em nenhum lugar, pode ter certeza absoluta de que se trata de um ômega 3 na forma EE.
Para aprender outros truques sobre leitura de rótulos e pureza, recomendamos fortemente a leitura do nosso guia sobre como escolher o melhor ômega 3 do mercado.
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